Simples e barato! O segredo que está a revolucionar casas húmidas
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Simples e barato! O segredo que está a revolucionar casas húmidas

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Cansado de paredes com mofo, janelas sempre embaciadas e aquele cheiro de humidade? Um truque inspirado nos métodos do Norte da Europa está a ganhar destaque por ser fácil, económico e eficaz para reduzir a humidade dentro de casa sem grandes equipamentos ou obras.

A humidade nas casas é um problema comum, especialmente no inverno ou em espaços com má ventilação e pode causar desde manchas nas paredes e má-odores até bolores que afetam a saúde. Para muitos, a solução vem do estilo de vida escandinavo, onde lidar com ar frio e húmido é parte do quotidiano.

Segundo a tradição finlandesa e outras soluções populares no Norte da Europa, há um truque simples e barato, por menos de dois euros, que pode ajudar a reduzir a humidade e tornar o ambiente mais confortável sem recurso a aparelhos complexos.

A técnica consiste em utilizar materiais acessíveis como plástico de bolhas (sim, aquele que toda a gente gosta de estourar) para criar uma camada isolante nas janelas. Ao colocar este plástico sobre os vidros interiores e borrifar levemente água, cria-se uma barreira que reduz a diferença de temperatura entre o interior e o exterior, diminuindo a formação de condensação: uma das principais causas de humidade dentro de casa.

Este método funciona de forma semelhante a outras dicas populares de combate à humidade, como colocar potes com sal grosso ou bicarbonato de sódio em áreas propensas à humidade, que ajudam a absorver o excesso de água do ar de forma natural e económica.

Além disso, medidas complementares como melhorar a ventilação abrindo janelas regularmente, usar extratores na cozinha e casas de banho, e evitar secar roupa dentro de casa sem saída de ar, ajudam a controlar a humidade de forma mais eficaz.






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EuroDreams, dez apostadores em Portugal foram contemplados com prémios no valor de 523 euros.

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O terceiro prémio do EuroDreams, no valor de 523,38 euros, foi atribuído a 10 apostadores em Portugal, que registaram os seus boletins no país, informou o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Além destes, 92 apostadores no estrangeiro também foram contemplados com o terceiro prémio, por terem acertado cinco números.

Os dois principais prémios ficaram por atribuir: o primeiro, no valor de 20 mil euros por mês durante 30 anos, e o segundo, de 2 mil euros mensais durante cinco anos.

A chave do sorteio do EuroDreams realizado esta quinta-feira, 18 de junho, foi: 2, 19, 23, 27, 28 e 30 (números), com o 3 como número de sonho.

O EuroDreams realizou o seu primeiro sorteio a 6 de novembro de 2023 e foi criado no âmbito das celebrações do 20.º aniversário do Euromilhões.

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Em Portugal, há cada vez mais pessoas a viver sozinhas e menos famílias numerosas, que diminuíram 70%

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Um estudo divulgado hoje revela que, em Portugal, entre 1991 e 2022, o número de pessoas a viver sozinhas aumentou 53%, enquanto os agregados familiares compostos por cinco ou mais pessoas registaram uma diminuição de 70%.

“Agregados familiares em transformação em Espanha e Portugal”, realizada pelo Observatório Social da Fundação ”la Caixa” em colaboração com o Centre d’Estudis Demogràfics, revela uma “transformação profunda” na composição das famílias portuguesas.

Nas últimas três décadas, a população de Portugal cresceu 4,4%, enquanto o número de agregados familiares aumentou 25,9%, chegando aos 4,11 milhões.

Este crescimento não se deveu apenas ao aumento da população, mas principalmente à “redução da dimensão média dos agregados familiares”, conclui o estudo desenvolvido pelos investigadores Albert Esteve, Juan Galeano e Jesús García, do Centre d’Estudis Demogràfics, com base em dados do Inquérito à População Ativa entre 1991 e 2022.

Durante este período, a dimensão média dos agregados familiares em Portugal diminuiu de 3,1 para 2,5 pessoas. De acordo com o estudo, 85% do aumento do número total de agregados familiares resulta precisamente desta redução do número médio de elementos por família.

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Faz hoje um Ano, O Apagão que Deixou o País às Escuras

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Faz hoje um ano que um apagão inesperado deixou milhares de pessoas sem eletricidade, causando transtornos em várias regiões do país. O corte de energia, que ocorreu ao final da tarde, afetou habitações, serviços e comércio, obrigando à interrupção de atividades e gerando preocupação entre a população. Durante várias horas, as autoridades trabalharam para restabelecer a normalidade, enquanto equipas técnicas identificavam a origem da falha. O incidente expôs fragilidades na rede elétrica e levou a debates sobre a necessidade de reforço das infraestruturas. Um ano depois, permanecem as memórias de um dia marcado pela incerteza, mas também pela solidariedade entre vizinhos, que se ajudaram mutuamente até ao regresso da eletricidade.

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