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Revelados detalhes sobre o falecimento de Pinto da Costa: “Adormeceu e não voltou a acordar…”

Pinto da Costa faleceu no passado sábado, dia 15 de fevereiro, aos 87 anos…

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Pinto da Costa faleceu no passado sábado, dia 15 de fevereiro, deixando a “nação” portista de luto. O ex-Presidente do FC Porto lutava contra um cancro na próstata desde 2021, sendo que o seu estado de saúde agravou-se nas últimas semanas.

Esta terça-feira, dia 18 de fevereiro, o falecimento do ex-Presidente do FC Porto esteve em assunto no programa  ‘V+ Fama’, transmitido no canal V+TVI, e Cláudia Jacques, amiga da família, revelou detalhes sobre as últimas horas de vida do mesmo:

 “O Porto ficou verdadeiramente de luto, foram milhares de pessoas que se deslocaram à Igreja das Antas, ao Estádio do Dragão e depois ao cemitério do Prado do Repouso. Acredito que não tenham sido só pessoas do Porto […], foram todos os adeptos e admiradores incondicionais do grande presidente Pinto da Costa choraram. Eu fui ao velório, mas eram milhares de pessoas, era impossível conseguir chegar… Tinham cachecóis, t-shirts do futebol e bandeiras”, afirmou.

“Foram muitas homenagens, foi uma dor para todos eles, sei que vai ficar na memória para todo o sempre, não houve, nem acho que haverá algum dia, um Pinto da Costa. Foi único e será único para sempre (…) Sei que das 16h às 18h a Igreja esteve apenas para a família e depois abriu portas para o público”, prosseguiu.

Cláudia Jacques, amiga de Alexandre Pinto da Costa, telefonou-lhe nesse dia e revelou:  “Perguntei se íamos estar juntos no sábado e ele disse que não, quase que parece que sentiu que alguma coisa não ia estar bem. De qualquer forma, o Alexandre esteve em casa com o pai (e a Ana), conversaram, falaram e o pai adormeceu e não voltou a acordar”, disse.

Por fim, a comentadora garantiu que as cerimónias fúnebres decorreram como Pinto da Costa queria: “A cidade respondeu [ao que era previsto] e tudo aconteceu como o Pinto da Costa queria, desde ser na Igreja das Antas; o facto de ter pedido para as pessoas não irem de preto e levarem gravatas azuis; ter a família e os amigos reunidos; ser cremado e um momento muito bonito, que foi o fado, ao vivo, cantado por Filipa Cardoso, por quem Pinto da Costa tinha uma grande admiração e respeito”.

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