Restaurante Aidé vence XVI Concurso Gastronómico do Capão à Freamunde
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Restaurante Aidé vence XVI Concurso Gastronómico do Capão à Freamunde

O Restaurante Aidé, localizado no concelho de Paços de Ferreira, confecionou o melhor Capão à Freamunde e venceu o XVI Concurso Gastronómico da especialidade.

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Depois do restaurante “O Marceneiro” vencer a última edição do Concurso Gastronómico do Capão à Freamunde, em 2019, agora foi a vez do Restaurante Aidé, localizado no concelho de Paços de Ferreira. A próxima meta é vender a ave durante todo o ano e por todo o país.

Já é conhecido o novo vencedor do Concurso Gastronómico do Capão à Freamunde, organizado pela Associação Juvenil Ao Futuro (AJAF). O presidente da entidade, Carlos Costa, revela que esta edição foi uma verdadeira “Champions League”, mas lamenta o facto de terem aderido menos restaurantes.

O Restaurante Aidé confecionou o melhor Capão à Freamunde e sucedeu o vencedor do ano de 2019, o restaurante “O Marceneiro”, que por sua vez ficou posicionado em terceiro lugar esta edição. O segundo prémio foi para o restaurante “O Tarasco”.

O presidente da Associação declara que é importante ao longo dos anos existirem diferentes vencedores, uma vez que demonstra imparcialidade por parte do júri e junta diversas figuras ilustres da gastronomia nacional.

O concurso contou com o cidadão honorário Fernando de Mello como Presidente do Júri, uma vez que abraçou esta iniciativa há mais de uma década, assim como pelo Chefe de Cozinha, Paulo Queirós, o Jornalista, António Moura, a Engenheira, Rosa Patacho e o Professor da Escola de Hotelaria do Politécnico do Porto, Luís Correira.

Humberto Brito, Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, afirma que a especialidade do concelho tem evoluído ao longo dos anos por mérito de “muitos homens e mulheres que contribuíram para que hoje o Capão à Freamunde seja uma grande imagem de marca do concelho”.

Mas, mais do que uma marca do concelho, a meta é fazer a ave “voar” por todo o país!

Para Fernando de Mello, todos os embaixadores que divulgam a iguaria pelo país também tiveram um papel muito importante nesta edição da Semana Gastronómica, uma vez que foram totalizados mais de cinquenta efetivos: “Este cargo não é meramente honorário, estas pessoas implementam o capão ao longo da sua vida profissional em várias zonas do país. E vamos fiscalizá-los”, brinca.

Assim sendo, os novos embaixadores da especialidade são:

  • Victor Felisberto, com restaurante em Abrantes;
  • Zahari Markov, do restaurante lisboeta The B. Temple
  • Manuel Moura, fundador da confraria das Tripas à Moda do Porto;
  • Anselmo Mendes, enólogo;
  • Paulo Queirós, do Restaurante Cordel Maneirista, de Coimbra;
  • Paulo Rodrigues, Rei dos Leitões na Mealhada;
  • Júlio Fernandes, vice-presidente da ARESP;
  • Lídia Braz, restaurante Stramuntana, em Vila Nova de Gaia;

O Presidente da Junta de Freguesia de Freamunde, Arménio Ribeiro, afirma que o Capão à Freamunde tem “trazido cada vez mais pessoas a Freamunde e ao nosso concelho”, o que por sua vez tem “ajudado a potenciar a economia local e, simultaneamente, projetado o nosso território a nível nacional. Hoje temos chef’s embaixadores de todo o país”.

A classificação da Freamunde como Indicação Geográfica Protegida (IGP) dá garantias de qualidade dos animais, ao mesmo tempo que envolve mais responsabilidade por parte de todos os envolvidos e a necessidade urgente de se angariar uma sala de abate:

“Esta certificação vem acelerar a urgência da sala de abate, que vai ser uma realidade a curto prazo. Os consumidores passarão a ter a garantia de que estão a consumir um produto genuíno supervisionado por técnicos competentes, com toda a higiene e segurança”, declarou Arménio Ribeiro.

Assim sendo, a sala de abate será a próxima meta para que torne o Capão à Freamunde um produto “mais nobre e com valor acrescentado”, o que se traduz em novos mercados e compradores para o futuro: “Ter capão todo o ano e para todo o país”.

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Programa “Observatório vai à escola” vai ao Centro Escolar de Seroa

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Cinco turmas do 1º ciclo do Centro Escolar de Seroa, juntamente com a equipa do Observatório Ambiental do município de Paços de Ferreira, foram envolvidas numa atividade onde se combinou a brincadeira com o conhecimento.

Sob o tema dos “Resíduos”, cerca de 90 alunos e cinco professores, participaram numa atividade teórica sobre os problemas inerentes aos métodos de tratamento de resíduos existentes, a necessidade da separação do lixo e o combate ao desperdício.

Houve ainda tempo para percorrerem a zona envolvente da escola e o Parque de Lazer de Seroa, no âmbito de um plogging (recolher e separar lixo enquanto se caminha).

No ano municipal da saúde, a autarquia pretende promover, também, a consciencialização para a saúde ambiental e a preservação da natureza, em prol de um planeta saudável para a biodiversidade, e, consequentemente, para os humanos.

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II Festival Nacional da Canção Infantil Solidário em Paços de Ferreira

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Estão a decorrer, até dia 1 de março, as inscrições para o II Festival Nacional da Canção Infantil Solidário – Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.

A iniciativa vai decorrer a 6 de abril, pelas 16h, no Auditório da Associação Empresarial de Paços de Ferreira, e para se inscreverem, os concorrentes têm de ter entre 6 e 12 anos.

O concurso acontece a nível nacional e será um dos únicos da região norte, com a particularidade de ser o único solidário.

No concurso irão ser avaliadas a melhor letra, música e interpretação, e os três primeiros lugares irão receber um prémio monetário. Será também premiada a melhor canção local.

Todas as canções do concurso têm que ser inéditas podendo já ter concorrido a outros festivais, mas não terem ficado em primeiro lugar. As canções apuradas serão notificadas, até ao dia 6 de março, via telefone.

Este evento tem como objetivo incentivar os autores e compositores a compor canções infantis para um público infantil. Todo o lucro obtido no 2.º Festival Nacional Infantil Solidário – Capital do Móvel irá reverter a favor da Associação para a Promoção das Classes mais desfavorecidas – PAÇOS 2000.

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Casos de sarampo aumentam no norte

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirmou a existência de mais um caso de sarampo, na região norte do país. Trata-se de uma mulher de 29 anos, clinicamente estável, e fora do período de infecciosidade.

Desde 11 de janeiro, que este é já o nono caso de sarampo, confirmado em Portugal, desses, seis foram detetados na região norte do país e os restantes na região de Lisboa e Vale do Tejo.

A mulher, com história de viagem ao estrangeiro no período de incubação da doença, não terá ligações com os casos confirmados até esta altura.

A DGS informa, em comunicado, o reforço da “importância da vacinação” contra o sarampo “de acordo com o Programa Nacional de Vacinação”, que recomenda duas doses para crianças e adultos nascidos após 1970. Assinala ainda que, em colaboração com o Insa e os profissionais de saúde, está a acompanhar “a evolução da situação de acordo com o previsto no Programa Nacional da Eliminação do Sarampo, com enfoque na confirmação de casos suspeitos e rastreio de contactos”.

Antes desta mulher, o último caso detetado tratava-se de um jovem de 16 anos não residente em Portugal e não vacinado contra o sarampo, tendo sido confirmado laboratorialmente no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, em Lisboa.

O número de pessoas com a doença está a aumentar na Europa, em grande parte devido à descida da cobertura vacinal. As autoridades de saúde alertam para um possível surto de sarampo esta primavera.

A DGS aconselha a ligar o número de telefone 808 24 24 24 (SNS 24) em caso de sinais ou sintomas sugestivos de sarampo, como febre e mal-estar, seguido de corrimento nasal, conjuntivite e tosse, e manchas no corpo.

OMS pede “resposta urgente”

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu, na passada quarta-feira, uma resposta urgente contra o efeito que o surto de sarampo no continente pode ter em milhões de crianças, depois de registar o mais elevado número de casos em anos.

A OMS alerta que, “os últimos números de 2023 representam um rápido aumento em comparação com os três anos anteriores e um risco para qualquer pessoa na região que não esteja protegida. São necessários esforços prolongados para prever que os casos continuem a aumentar em 2024”. Quase metade dos casos registados correspondem a crianças menores de cinco anos.

A Organização Mundial da Saúde explica que, “à medida que o vírus continua a espalhar-se em muitas partes da região, a deteção atempada e uma resposta rápida são decisivas para evitar uma nova escalada e garantir o progresso no sentido da eliminação desta doença altamente contagiosa”.

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