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Tony Carreira deixa velório da sua “princesa” em lágrimas
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Tony Carreira deixa velório da sua “princesa” em lágrimas

Tony, Fernanda, David e Mickael unidos na dor para chorar a morte da sua filha

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Tony, Fernanda, David e Mickael unidos na dor para chorar a morte da sua filha

Neste momento de dor, Tony Carreira deixou o velório repleto de lagrimas e completamente abalado com seria de esperar neste momento de dor! Nas suas Redes Socias, Tony recebe maior apoio de carinho de seus fãs.

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Francisca Cerqueira Gomes em choque com as críticas: “Não estava à espera… lidei mal”

A filha de Maria Cerqueira Gomes foi alvo de críticas após se tornar público a sua participação na novela “Festa é Festa”, da TVI.

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Francisca Cerqueira Gomes é a nova aposta da TVI para a novela “Festa é Festa”, que estreará em breve. O anúncio desta contratação levou a uma chuva de críticas e até vários atores revelaram o seu descontentamento com esta decisão. A jovem de 18 anos já falou sobre o assunto e mostrou-se em choque com as críticas.

Em entrevista à revista “Cristina”, a jovem atriz revela ter ficado surpreendida com as críticas de que foi alvo: “No início, lidei mal. Foi um choque um bocado grande, não estava à espera”. Com o passar do tempo, Francisca começou a perceber qual a melhor forma de lidar com a situação: “é não ouvir, não ligar às críticas e só dar atenção aos que estão ao meu lado”.

“Não estava à espera da reação nem que se soubesse tão cedo. Já aconteceu, já aprendi a não ligar nem ouvir as pessoas”, confessou ainda a jovem atriz.

O facto de Francisca Cerqueira Gomes não ter qualquer formação em representação, motivou muitos jovens atores a criticarem a sua contratação, como a filha mais velha de Alexandra Lencastre, Margarida Bakker, e a neta de Eunice Muñoz, Lídia Muñoz.

O impacto negativo que esta notícia teve nas pessoas deixou a filha de Maria Cerqueira Gomes triste. Na mesma entrevista, a jovem admite que compreende as críticas e a maneira de pensar das pessoas, no entanto, pede também que a entendam pois está a seguir os seus sonhos:

“Eu consigo perceber o lado das pessoas, mas se era um dos meus sonhos, penso que também devem tentar perceber o meu lado. Qualquer pessoa, no meu lugar, agarraria esta oportunidade”, afirma durante a entrevista à revista de Cristina Ferreira.

A jovem atriz garante que irá continuar a estudar, conciliando com as gravações da nova novela da TVI. Apesar de não estar à espera desta oportunidade no mundo da representação tão cedo, Francisca que está a terminar o 12ºano em Artes, revela que irá continuar a estudar na área da representação e que até “estava inscrita num curso de ACT (Escola de Atores), com a Patrícia Vasconcelos, para começar em fevereiro, que foi cancelado devido à pandemia”.

“Queria estudar primeiro e, depois, fazer uma novela. Mas creio que estou num bom caminho. Não vou deixar de estudar”, declara a jovem.

Nas últimas semanas, Francisca tem tido formação na produtora da ficção da TVI, a Plural Entertainment Portugal, que “tem corrido muito bem”, porém mostra-se nervosa quanto à nova etapa: “Assusta-me porque julgo que, ao mínimo erro que eu fizer, será o fim do mundo. Mas, ao mesmo tempo, não me assusta muito. É uma boa pressão, para fazer as coisas bem e para lidar com isto da melhor maneira”.

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Tory Burch: a marca norte americana que “roubou” inspiração poveira

A marca norte americana Tory Burch foi processada depois de ter copiado uma criação portuguesa. Em causa está uma camisola de origem poveira, a qual a designer Tory Burch ter alegado ser uma inspiração mexicana e ter fingido ser uma criação sua.

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Uma onda de indignação caiu sobre a marca norte americana e os comentários nas redes sociais não tardaram a chegar.

A estilista vendeu uma camisola dos pescadores da Póvoa de Varzim por 695€. Apesar dos elementos ligados ao mar, a designer fez referência a uma baja mexicana.

No final do dia da passada quinta-feira, a estilista reagiu pela primeira vez ao sucedido pedindo desculpa, mudando assim a referência do produto dando crédito à origem oficial da sua inspiração.

Contudo, os portugueses não perdoaram o sucedido, assim também criticando a embaixadora portuguesa, Filipa de Abreu, a consultora de 54 anos.

Filia de Abreu

Comentários como, “Devia ter vergonha na cara. A Camisola Poveira pertence à bela cidade da Póvoa de Varzim! É uma parte importante da sua história e cultura. Tente ser original e pare com isto”, foram dirigidos à própria.

Enquanto embaixadora da marca, a própria fez uma publicação no seu Instagram com a descrição “Enquanto embaixadora da marca Tory Burch foi com surpresa que acordei com uma tempestade de notícias sobre uma polémica referente a uma camisola da coleção 20/21 da Tory Burch (…) Desconhecia o tema e a peça em questão pois eu NÃO trabalho na equipe de design nos Estados Unidos.” Pode ler o seu comunicado na sua conta pessoal.

Porém, os comentários continuam a cair sobre a embaixadora: “Ok, não trabalha na equipe de design. Mas enquanto “portuguesa”, é no mínimo estranho que desconheça as peças bordalo, as camisolas poveiras, e tantos outros elementos património nosso, comercializados pela marca Americana da qual é embaixadora”, afirmou um dos seguidores. A par dos comentários dos seguidores descontentes há quem tente entender a situação, comentando: “Como português obrigado pelo seu trabalho e o seu esforço em resolver esta situação e continue a defender o que é nosso porque o faz muito bem!

Para além da enorme onda de críticas que caíram sobre a camisola, muitos dos seguidores também fizeram referência há loiça que a marca vende, afirmando ser inspirado na loiça portuguesa, mostrando que já não é a primeira vez que a designer se apropria da  nossa cultura de forma irresponsável.

Loiça estilo Bordallo Pinheiro

Já a marca da criação poveira imitiu um comunicado na página do Facebook em que se pode ler “Imagine que os Tapetes de Arraiolos, os Tapetes de Beiriz, os Bordados da Madeira, os Bordados de Castelo Branco, o Bordado de Guimarães, o Lenço dos Namorados, a Louça de Alcobaça, o Barro Preto de Bisalhães, os Caretos de Podence, as Máscaras Ibéricas, os Chocalhos do Alentejo, o Galo de Barcelos, a Louça das Caldas, os Bonecos de Estremoz, a Filigrana de Gondomar, o Coração de Viana, os Azulejos da Viúva de Lamego ou até mesmo o Fado fossem usurpados por multinacionais multimilionárias e só por isso, pelo enormíssimo poder económico, passassem a deter o domínio destas marcas fundamentais do nosso artesanato nacional. Que teríamos para chamar de” nosso”? Que seria da nossa cultura? Como contaríamos a nossa história?

Tory Burch altera referência da camisola Poveira

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Rosa Grilo e António Joaquim condenados a 25 anos de prisão

A defesa não esperava decisão diferente

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Foi esta quinta-feira que o Supremo Tribunal negou os recursos apresentados pelos advogados responsáveis pelo caso de Rosa Grilo e António Joaquim, acabando assim por manter a decisão de pena de prisão máxima para a viúva do triatleta e para o amante.

A defesa dos arguidos vai recorrer da decisão do Supremo Tribunal da Justiça ao Tribunal Constitucional.

“A defesa não esperava decisão diferente, ainda que pragmática e racionalmente, de forma científica, fosse possível haver uma decisão diferente. Mas estamos em Portugal e o sistema não está habituado as estas coisas”, afirmou João de Sousa perito forense da equipa de defesa de Rosa Grilo.

O supremo tribunal mencionou não ter dúvidas sobre a decisão tomada, devido ao facto dos arguidos terem rejeitado a repetição do julgamento.

Este crime foi cometido com o intuito de ambos poderem assumir uma relação em público e para beneficiarem dos bens da vítima em questão, o atleta Luís Grilo. Os arguidos iriam lucrar 500.000 mil euros de indeminização de vários seguros, a casa da vítima, bem como outros valores depositados na conta de Luís.

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